“Pecados sem cor” soa como algo escondido na sombra, sentimentos ou erros que não têm brilho nem beleza, apenas silêncio e peso. São aqueles pecados que não se gritam, mas que se carregam por dentro, sem nome, sem explicação, quase invisíveis aos olhos dos outros. Pecados sem cor são marcas da alma, feitas mais de dor e vazio do que de prazer.
Já não sinto a mesma dor
Que passei atrás,
Momentos sem rigor
Jamais voltará!
E na sombra desse olhar
Tenho força para dizer
Uma história que satisfaz
Na ilha do prazer.
Já não sei pedir desculpa
Empurrado por alguém
Pecados sem cor
Sem magoar ninguém
A magia de ser diferente
Num outro lugar
Iludido pelo momento
Onde paro para sonhar.
Só eu e tu
Nesta ilha de sonho
Só eu e tu
Compreende o momento
Só eu e tu
No prazer do pecado
Oh…
Sem mais parar
Perdi no vento as memórias
Que me prendiam ao chão,
Agora danço com as histórias
Feitas só de emoção
Já não vejo cor nas culpas
Nem nas correntes do passado,
O prazer já não se oculta
No segredo revelado.
Deixa para trás o medo
Que o passado nos prendeu,
Nos passos do segredo
O tempo se perdeu.
E no brilho desse instante
Tenho calma para dizer,
Que o tempo é nosso amante
Basta só querer.
Só eu e tu
No prazer do pecado
Oh…
Sem mais parar
Só eu e tu





