Os pais de Jesus eram velhos?

Compartilhe nas Redes Sociais

Compartilhe nas Redes Sociais

Chegar à velhice na nossa geração, torna-se a maior aventura de todos os tempos. As metas e objetivos que traçamos para a nossa vida, o desgaste da rotina do dia-a-dia, as preocupações em vivermos neste mundo onde tudo passa depressa e sem tempo para se olhar para trás, diria mesmo que estamos a atravessar uma das piores fases da nossa existência. Não descobrimos o fogo, nem o ferro, nem a luz, mas descobrimos milhões de coisas com uma dimensão tão grande que nos esquecemos do essencial da vida: Viver! Há duas semanas atrás recebi a notícia de um lar de

AG e os Meias Limonada - Música POP Portuguesa

Banda de 10 elementos ou Dueto de voz e Piano para locais mais intimistas

Muitas são as histórias de natal que por esta altura se contam. Todos os anos, após uma volta ao Sol, voltamos a contar e recontar.

A minha história de Natal, assim como todas as vossas, são contadas pela inúmeras histórias de vida que cada um tem. Não só pelas experiências vividas como também pelas voltas ao sol já percorridas. E sabem que mais? Todas diferentes, mas todas iguais!

Esta é uma altura do ano em que estamos mais sensíveis. Tudo aquilo que nos rodeia direciona-nos para o espírito de família e para o nascimento de uma criatura que veio ao mundo, vivendo como nós, nos ensinou a verdadeira forma de amar o próximo. Acredite-se ou não, o que é certo é que ninguém é impune a este fenómeno. 

Com o passar dos anos e com o nosso crescimento mais refinado, vamos acreditando mais ou menos nestes tipos de fenómeno. Existem muitas questões e quando não existe resposta para as mesmas recorremos sempre, ou quase sempre, à obra do divino.

Que mitos existem sobre o Natal?

Os Pais de Jesus não eram velhos

José velho, de barbas e bengala? Maria já feita mulher madura? As imagens foram divulgadas em muitos quadros da pintura ocidental e por muitos dos maiores nomes da história da arte. Mas ela não corresponde à realidade. Charles Perrot explica: “Segundo os costumes de então, o matrimónio celebrava-se em dois tempos. Uma vez celebrado o compromisso mútuo que unia juridicamente os dois esposos, a esposa continuava em casa de seus pais durante aproximadamente um ano, até ao dia em que o esposo a levava consigo para fazerem vida comum. A frase ‘antes de coabitarem’ refere-se a este costume. Durante [esse ano] geralmente não eram permitidas relações conjugais, pelo menos na Galileia. Não esqueçamos que as jovens se casavam, ou antes, eram dadas em matrimónio entre os doze e os quinze anos. E os jovens não eram muito mais velhos”.

Foi um anjo que apareceu a Maria a dizer-lhe que ia ser Mãe?

Para os judeus, Deus é de tal modo o Inacessível que “não podiam imaginá-lo aparecendo a todo o momento para comunicar”, lembra Jacques Duquesne. Por isso aparecem os anjos, como mensageiros ou intermediários. Os relatos que se referem a anjos têm todos a mesma estrutura: “Aparição, medo, predição, prova, recitação dos salmos ou de orações.” Não são, portanto, relatos históricos, mas “literatura”. Tal como os sonhos – de José no Egipto ou de José, noivo de Maria – são formas de comunicação usadas pela Bíblia para dizer que é Deus a falar.

Jesus Nasceu a 25 de Dezembro?

Os primeiros cristãos, explica Jacques Duquesne, “pensavam que a nova religião seria mais bem aceite se não rompesse demasiado com os usos e ritos antigos.” Como os romanos assinalavam a 25 de Dezembro o dia em que o Sol começa a crescer – o “Dies Natalis solis invicti” [de onde sairia depois a palavra Natal] –, e como para os cristãos Jesus era a nova luz, um novo Sol da humanidade, a sobreposição de datas era simples. A institucionalização do Cristianismo como religião do imperador fez o resto: a primeira vez que a festa foi celebrada como Natal de Jesus parece ter sido no final do reinado de Constantino (que morreu em 337).

Homenagem ao Deus do Sol

O Natal é a data em que os cristãos comemoram o nascimento de Jesus Cristo. Durante muitos anos após seu nascimento, essa comemoração era feita em dias diferentes, pois não se sabia a data exata de seu nascimento.

Foi somente no século IV que se estabeleceu a comemoração do natal no dia 25 de dezembro, pelo Papa Julius.

Além da inexistência de documentos históricos que confirmem a data de nascimento de Cristo, uma das explicações para a escolha do dia 25 eram as festas pagãs que costumavam ser realizadas nesse dia.

Essa era a data em que os romanos comemoravam o solstício de inverno. A celebração era uma homenagem ao Deus Sol (natalis invicti solis) e era o momento em que os romanos pediam por fartura.

Anos mais tarde, o Deus Sol foi substituído por Mitra, um Deus da mitologia grega.

Além desses rituais, outra celebração que pode ter influenciado a definição da data do Natal é o Yule ou Jól, uma comemoração realizada pelos nórdicos da Era Viking, também em celebração ao solstício de inverno.

Acredita-se que a escolha do dia 25, portanto, era uma forma de conseguir mais adeptos ao cristianismo, utilizando-se de algumas referências dos rituais pagãos.

Jesus não nasceu no ano 1

Os relatos dos evangelhos, que foram escritos já no final do século I – ou seja, décadas depois dos acontecimentos a que se referem –, e cuja preocupação essencial era a afirmação de fé das primeiras comunidades cristãs e não o rigor histórico, não coincidem em relação à época do nascimento de Jesus. As últimas investigações situam a data do nascimento de Jesus antes da morte de Herodes, o que significa entre os anos 3 e 6 antes da era cristã, ou era comum. Alguns investigadores apontam mesmo o ano 12 a.C., quando o cometa Halley (que poderia ser a estrela dos magos) passou por Jerusalém. No século VI, um monge que vivia em Roma – Dionísio, o Pequeno – tratou de arranjar mais confusão, ao estabelecer que o nascimento se tinha dado no ano 752 do calendário romano, que seria o ano 1 da era cristã, quando na realidade foi vários anos antes.

Quando alguém te der um limão…

Faz uma limonada!

Compartilhe nas Redes Sociais

Comentários