Mas que porra vem a ser esta IASFA?

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Chegar à velhice na nossa geração, torna-se a maior aventura de todos os tempos. As metas e objetivos que traçamos para a nossa vida, o desgaste da rotina do dia-a-dia, as preocupações em vivermos neste mundo onde tudo passa depressa e sem tempo para se olhar para trás, diria mesmo que estamos a atravessar uma das piores fases da nossa existência. Não descobrimos o fogo, nem o ferro, nem a luz, mas descobrimos milhões de coisas com uma dimensão tão grande que nos esquecemos do essencial da vida: Viver! Há duas semanas atrás recebi a notícia de um lar de

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Por respeito a todos aqueles que leem estas minhas mensagens é que não vou fazer um artigo à moda antiga, com palavrões e palavrões de maneira a que percebam a irritação que causam com a sua incompetência desmedida!

A Resolução do Conselho de Ministros n.º 102/2005, de 24 de junho, veio impor a convergência dos diversos subsistemas de saúde públicos com o regime geral da assistência na doença aos servidores civis do Estado (ADSE), efetuada no âmbito da Direcção-Geral de Proteção Social aos Funcionários e Agentes da Administração Pública. "O Decreto-Lei n.º 167/2005, de 23 de setembro, veio unificar a assistência na doença aos militares das Forças Armadas (ADM), então efetuada por três subsistemas de saúde específicos de cada um dos ramos (Assistência na Doença aos Militares do Exército, Assistência na Doença aos Militares da Armada e Assistência na Doença aos Militares da Força Aérea), num único subsistema sujeito a um regime paralelo ao da ADSE. "

IASFA

Que sejam efetuadas as alterações que tiverem que ser para bem de todos. Não queremos ser beneficiários privilegiados do Estado só pelo facto de servirmos as Forças Armadas. Apenas queremos e exigimos respeito, coisa que cada vez mais se vai degradando no seio dos beneficiários da ADM.

Não sei se já vos aconteceu, mas de um momento para outro, quando regressamos novamente ao mesmo gabinete onde fomos bem atendidos e gostámos de lá ter ido, somos recebidos com a mensagem de que: 

- Já não temos acordo com o IASFA!

Não acontece nem uma nem duas vezes, acontece sempre!

Não sei, desconheço a razão direta destas rescisões de contrato, mas como se deve calcular, o dinheiro será a fonte da razão de tudo isto.

Vamos ver se nos entendemos!

  • Os militares descontam mensalmente uma verba avultada para a sua saúde;
  • Os militares não conseguem e não têm permissão para escolherem o seu plano de saúde;
  • Existem planos de saúde no exterior com melhores condições de tratamentos e melhor assistência com preços mais baixos em termos de custos mensais;
  • As Forças Armadas não têm capacidade Financeira para liquidar as contas nos locais onde os beneficiários da ADM se deslocam para efetuarem tratamentos.
  • O Hospital Militar não consegue por si só dar resposta à procura de todos os seus benificiários.
  • As Forças armadas não contestam de forma significativa o governo por este não libertar as verbas necessárias à administração da saúde Militar.
  • As mais altas entidades das Forças Armadas não podem assobiar para o lado, fazendo com que este problema se torne numa bola de neve.

O respeito há muito que está perdido, embora se vistam as fardas de gala para a cerimónia de medalhas, mas esquecem-se de que a família Militar é muito mais extensa do que a medalha que levam ao peito! Se o respeito já foi, resta-nos apenas a dignidade de nos podermos tratar enquanto cá estivermos, assim como dar apoio aos familiares diretos que sempre nos acompanharam.

Tenho solução?

Se tivesse seria um visionário, mas muitos e bons por lá andam e não consigo deslumbrar porra alguma de solução para o problema. Acho que uma das soluções mais óbvias seria o pagamento devido às empresas cujos acordos existem e estabelecer a possibilidade de cada beneficiário adquirir o seu plano de saúde mais favorável. Uma coisa é certa:

Esta porra do IASFA está pela rua da amargura!

Quando alguém te der um limão…

Faz uma limonada!

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