José era ou não um pobre?

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Chegar à velhice na nossa geração, torna-se a maior aventura de todos os tempos. As metas e objetivos que traçamos para a nossa vida, o desgaste da rotina do dia-a-dia, as preocupações em vivermos neste mundo onde tudo passa depressa e sem tempo para se olhar para trás, diria mesmo que estamos a atravessar uma das piores fases da nossa existência. Não descobrimos o fogo, nem o ferro, nem a luz, mas descobrimos milhões de coisas com uma dimensão tão grande que nos esquecemos do essencial da vida: Viver! Há duas semanas atrás recebi a notícia de um lar de

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Para os judeus, como explica Jacques Duquesne, o trabalho manual era sagrado. Artesãos, lenhadores, padeiros eram profissões consideradas, numa sociedade marcada pela sobrevivência agrícola. De tal modo que o “Talmude”, o comentário à lei judaica, conta que em alguns processos mais delicados se perguntava pela presença de um carpinteiro que soubesse responder a determinadas perguntas, mais delicadas, sobre regras e medidas. Por isso, José não era um miserável, mas seria um dos notáveis da aldeia.

José era pobre?

As Escrituras dizem-nos que José era um carpinteiro que vivia na cidade de Nazaré. Há dois mil anos, estes profissionais eram pessoas prestigiadas e com um nível económico e social acima da média. Era um trabalho qualificado. Ter um ofício era, na sociedade da época, um privilégio somente dado a alguns que, na maior parte das vezes, passava de pai para filho.

Jesus aprendeu a profissão com o seu pai adotivo. A situação económica da família seria, por isso, confortável.

Aos dias de hoje, seria uma família da classe média

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