Meu Portugal é mais do que um lugar no mapa. É um sentimento que se entranha na pele como o sal do mar e ecoa na voz como um fado que nunca se cala. É a força de um povo que transforma dificuldades em coragem, que faz da saudade poesia e da esperança caminho. Das aldeias brancas às cidades viradas ao Atlântico, vive-se com alma inteira, entre tradição e futuro, entre a memória e o sonho. Meu Portugal é abraço apertado, mesa cheia, coração aberto. Pequeno em território, imenso em identidade.
Nas vielas onde a guitarra chora,
há um eco antigo no meu peito a arder,
cheira a mar, a saudade e a aurora,
há promessas por cumprir e sonhos por viver.
Meu Portugal de mãos calejadas,
de pão e vinho sobre a mesa posta,
de mães que rezam nas madrugadas,
e um povo que nunca vira as costas.
Meu Portugal, és luz no olhar,
és barco firme contra o vento,
mesmo quando o mundo quer quebrar,
ergues-te forte a cada momento.
Meu Portugal, fica comigo,
na alegria e na dor igual,
que eu faço do fado o meu abrigo
e transformo em pop o teu sinal.
Levo-te na voz quando canto,
no sal que me corre na pele,
no amor simples, puro e santo,
que nasce na rua com sabor a mel.
Das serras ao azul profundo,
da aldeia branca à cidade acesa,
és pequeno no mapa do mundo,
mas gigante na tua nobreza.
E se a saudade me apertar,
canto mais alto, sem medo ou mal
porque onde eu for, vou levar
no coração… o meu Portugal.
Meu Portugal, fica comigo,
na alegria e na dor igual,
que eu faço do fado o meu abrigo
e transformo em pop teu sinal.
Meu Portugal, fica comigo,
na alegria e na dor igual,
que eu faço do fado o meu abrigo
e transformo em pop teu sinal.
Meu Portugal, fica comigo,
na alegria e na dor igual,
que eu faço do fado o meu abrigo
e transformo em pop teu sinal.





