
“Amar-te é difícil demais: é querer ficar quando tudo em mim aprende a doer.”
Tu chegas sempre de forma natural,
tiras o chão, deixas tudo desigual.
E eu fico preso ao teu olhar,
mesmo sabendo que me podes magoar.
É sempre um jogo sem regras,
onde eu perco mais do que ganho.
Mas volto a ti, às cegas,
sabendo que me atrapalho
Amar-te é difícil demais,
mas eu insisto, sempre caio outra vez.
És fogo que queima e desfaz,
mas eu volto a querer o que não me dás.
É duro, mas nunca é o fim…
porque amar-te dói, mas vive em mim.
Tu dizes pouco, falas por sinais,
eu tento ler-te, mas tropeço sempre mais.
E quando penso que te entendi,
tu fechas portas que eu abri.
É sempre um passo em frente
e dois atrás na escuridão.
Mas há algo em ti que prende
o ritmo do meu coração.
Amar-te é difícil demais,
mas eu insisto, sempre caio outra vez.
És fogo que queima e desfaz,
mas eu volto a querer o que não me dás.
É duro, mas nunca é o fim…
porque amar-te dói, mas vive em mim.
Se eu soubesse partir, já tinha fugido.
Mas tu és vício antigo, nunca esquecido.
E mesmo quando me deixas sem voz,
o pior é querer-te mais do que a nós.
Amar-te é difícil demais…
mas eu volto sempre onde não há paz.
És tudo o que fere e o que me atrai—
Amar-te é difícil demais,
mas eu insisto, sempre caio outra vez.
És fogo que queima e desfaz,
mas eu volto a querer o que não me dás.
É duro, mas nunca é o fim…
porque amar-te dói, mas vive em mim.














