“Concelho de Mafra igual a tantos outros”

As redes sociais têm o seu prepósito e quer se queira ou não, cabe a cada um de nós certificar cada um dos seus autores, assim como os seus conteúdos. São muitas as ideias feitas e concebidas sobre a exposição maior ou menor nas redes sociais, no entanto, esta dá-nos aquilo que muitas vezes era difícil encontrarmos na era antes da internet. As notícias são publicadas na hora e em cada um de nós existe a possibilidade de dar a conhecer, seja qual for a problemática, os assuntos à restante  comunidade “internauta”. 

É esta geração, a que se criou com um telemóvel na mão, que poderá mudar cada vez mais o mundo onde vive. Sabendo que as notícias más prevalecem sobre as boas, é natural que os escritores prefiram estas às outras dos “anjinhos”.

Desabafos na rede e no grupo de Mafra

há muitos anos que este grupo, “Concelho de Mafra e as suas freguesias”, na rede facebook, incorpora tudo aquilo que de bom ou de mau se vai fazendo cá por estes lados. Um grupo social da autoria de Hélia Maria faz com que 13 mil membros  acompanhem o dia-a-dia de todos os seus elementos. Aqui não existem tendências deste ou daquele lado, apenas temos em comúm o Concelho onde vivemos e o qual gostamos.

Este artigo serve para dar conta de uma mensagem da Administradora deste grupo, deixando algumas críticas a tudo aquilo que se vai passando por estas terras.

Podia até ter deixado passar em claro, mas assobiar para o lado é coisa que não me assiste, independentemente das consequências que daqui poderão advir. Em palavras curtas e rápidas, Hélia bate em assunto de extrema importância para o presente e para o futuro do nosso Concelho.

Vivemos um período conturbado na política Nacional e na credibilidade das suas gentes. As notícias nacionais bombardeiam-nos diariamente com informação e mais informação a entrarem em nossa casa. Afinal de contas, o que nos diferencia de um país “terceiro mundista”?

Felizmente vivemos num Concelho onde a qualidade de vida ainda é o prato forte, mas começamos a sentir a força da globalização e da pressão para que este canto ainda se conserve intacto. Por mais fácil que pareça a verdade é que não está a resultar. Aqui e ali, sem muito alarido, vão-se mexendo as peças do xadrez, mas de vez em quando lá enfrentam uma ou duas torres. 

Basta lerem o desabafo da Hélia Maria para se poder constatar de que o limite está a chegar ao fim e muitas  pessoas começam a abandonar o “barco”. Umas saltam, outras empurradas, tentarão chegar não sei onde, mas poderá haver por aí mais barcos e mais lugares para albergar tanta gente! 

Estamos a poucos meses e agora é que mexem?

Dá que pensar!

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