O Que Faço Aqui” é uma balada pop moderna que mergulha na intensidade de uma relação impossível. A música fala sobre o dilema entre o desejo e o silêncio, entre o que se sente e o que não se pode mostrar.
Cada verso revela a fragilidade de amar em segredo — e a força de quem permanece, mesmo sem saber porquê. Um tema íntimo, melancólico e profundamente humano.
Entro devagar, sem dizer nada,
o teu olhar acende o meu refúgio.
Ninguém pode ver, ninguém pode ouvir,
mas o coração não sabe mais mentir.
Dizes que é loucura, eu digo que é destino,
cada beijo nosso é fora do caminho.
O que faço aqui, se o mundo te proíbe de mim?
Se o tempo congela quando estás assim?
Entre a sombra e o desejo, eu fico a fingir,
mas amor, diz-me — o que faço aqui?
As tuas mãos contam segredos no escuro,
e eu perco o medo, mesmo que seja impuro.
Promessas caladas, num quarto sem fim,
sou teu talvez, és o meu sim.
Dizes que é loucura, eu digo que é destino,
mas o amor não cabe num só caminho.
O que faço aqui, se o mundo te proíbe de mim?
Se o tempo congela quando estás assim?
Entre a sombra e o desejo, eu fico a fingir,
mas amor, diz-me — o que faço aqui?
Se for pecado, queimar-me-ei em ti,
porque amar-te é tudo o que sei sentir.
O que faço aqui… se és o meu fim e o meu início?







