Rui Silva coloca como objetivo Passar a ponte Vasco da Gama

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Chegar à velhice na nossa geração, torna-se a maior aventura de todos os tempos. As metas e objetivos que traçamos para a nossa vida, o desgaste da rotina do dia-a-dia, as preocupações em vivermos neste mundo onde tudo passa depressa e sem tempo para se olhar para trás, diria mesmo que estamos a atravessar uma das piores fases da nossa existência. Não descobrimos o fogo, nem o ferro, nem a luz, mas descobrimos milhões de coisas com uma dimensão tão grande que nos esquecemos do essencial da vida: Viver! Há duas semanas atrás recebi a notícia de um lar de

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Já não é  surpresa para ninguém o estado de saúde em que se encontra o nosso amigo Rui Silva. Está neste momento em franca recuperação física e psicológica de maneira a poder sair dos hospitais, que lhe servem de casa há muito tempo a esta parte.

No dia 09 de junho o Rui postou nas redes sociais a fotografia e as seguintes palavras:

“Faz hoje um ano que fiz o transplante.
A medula está a funcionar a 100%.
A Doença do Enxerto Contra o Hospedeiro está controlada.
Ao fim de muitos meses de internamento, já tive alta do hospital.
Estou agora numa unidade de cuidados continuados a fazer fisioterapia.
Ainda vai demorar uns meses até recuperar os músculos, a mobilidade e o (muito) peso perdido – não se iludam com a cara bolachuda na foto, é efeito da medicação.
Durante um ano acontece muita coisa, inclusivé numa cama de hospital. Tanta coisa!
Há dramas, dores físicas e de alma, mas também peripécias divertidas.
Nem sei se me apetece rir ou chorar.
É uma mistura de sentimentos tão grande.
Seja como for, é o primeiro ano da nova vida.
Muito obrigado a todos.
Saúde!”

Cada amigo tem uma história diferente com o Rui Silva. Cada um de nós passou por momentos inesquecíveis com cada um dos nossos amigos. Cada um de nós tem uma visão diferente, por vezes, das mesmas situações vividas. Cada um de nós tem uma história para contar!

Conta a tua história com o Rui Silva

Se todos contribuirmos um pouco, vamos  chegar à conclusão que poderemos fazer a força da diferença. O Rui está a um passo da recuperação e precisa ganhar força psicológica para ultrapassar esta reta final da corrida. Somos nós amigos que poderemos acrescentar à força da família qualquer coisa mais.

Conheci o Rui no grupo de jovens de Mafra. Mais novo do que eu, caracterizava-o como um menino correto, simpático e acima de tudo humilde. Vivíamos perto um do outro e rapidamente fizemos amizade, por intermédio do meu irmão mais novo, convivendo por várias vezes em família. Mais tarde fomos para a Rádio, antiga Mafra-FM, e lá vivíamos momentos espetaculares. Era um “bichinho” que nos unia e que tínhamos muito gozo em fazê-lo. Ele sempre mais ligado à parte séria da Rádio (notícias, desporto, etc) enquanto eu ao entretenimento. Por motivos que não interessam agora abordar, decidi rumar a outros destinos, enquanto o Rui se fez profissional de mão cheia e abraçou a vida do jornalismo na Rádio. Claro está, só poderia ser mesmo a TSF!

Lembro-me perfeitamente de uma corrida dos sinos em que fizemos parte da mesma equipa. Eu estava a pivot nos estúdios e os meus restantes colegas a trabalhar como repórteres no exterior. O Rui ficou na meta, junto às antigas instalações dos BV de Mafra e após a chegada dos atletas o Rui fazia as primeiras perguntas. O engraçado está no imprevisto das situações. Um dos atletas falava a língua ainda hoje desconhecida e como podem calcular, o caus surgiu de forma inesperada e cheia de humor. Momentos que ainda hoje recordamos com muitas saudades e que provocou gargalhadas em estúdio!

Deixem-me apenas acrescentar de que este meu amigo desde muito cedo mostrou a todos o como fazer bem as coisas onde se mete. Trabalhador incansável e sempre focado no objetivo o Rui foi sempre merecedor das palavras elogiosas que o brindaram na vida.

A proposta é simples. Conta a tua história nas redes sociais e identifica o Rui Silva. Assim vamos levantar-lhe a moral e dar-lhe força todos os dias em que ele reviva o passado.

Passar a ponte Vasco da Gama

No passado sábado, dia 18 de junho, tive o prazer de visitar o nosso amigo Rui Silva à Encarnação. Depois de eu próprio estabelecer a confusão, por várias mensagens não compreendidas por mim em relação às visitas, lá consegui a título excecional ver o meu amigo. Começo desde já por agradecer a amabilidade de todo o pessoal de serviço da ASFE por tudo terem feito para que tivesse podido concretizar a minha visita.

Agora sim…

Vi o Rui Silva em direto e a cores! Na sua varanda do quarto, eu e a Ofélia lá conseguimos comunicar por alguns instantes que pareceram sempre pouco! Tanta coisa que havia para dizer e depois… quando olhámos uns para os outros, o silêncio disse tudo e o sorriso de alegria confundiu-se com a vontade de darmos um abraço. Fiquei feliz por este momento. Só hoje decidi escrever algumas palavras e concretizar esta ideia porque achei melhor assentar as emoções com que fui banhado.

O que vos posso transmitir é a alegria, a vontade e o querer do nosso amigo. Ainda está debilitado, não o podemos negar, mas está em boas mãos, essas que nunca nos largam: a família!

Ainda houve tempo para lhe perguntar quando começaria a fazer algumas corridas, ao que ele me respondeu: “Quero passar a ponte Vasco da Gama“.

Vamos juntar-nos a ti

A proposta que vos faço é juntarmo-nos ao Rui Silva neste seu sonho e dizermos “Presente” nesta caminhada e nesta etapa de vida do nosso amigo. Nunca passei a ponte a andar ou a correr, mas sabendo que estarei a seu lado, começo por dizer:

Presente!

Quando alguém te der um limão…

Faz uma limonada!

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