Moção de censura…agora?

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Chegar à velhice na nossa geração, torna-se a maior aventura de todos os tempos. As metas e objetivos que traçamos para a nossa vida, o desgaste da rotina do dia-a-dia, as preocupações em vivermos neste mundo onde tudo passa depressa e sem tempo para se olhar para trás, diria mesmo que estamos a atravessar uma das piores fases da nossa existência. Não descobrimos o fogo, nem o ferro, nem a luz, mas descobrimos milhões de coisas com uma dimensão tão grande que nos esquecemos do essencial da vida: Viver! Há duas semanas atrás recebi a notícia de um lar de

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As Moções são um instrumento político de fiscalização e podem ser as seguintes:

Moção de censura, que é um instrumento de fiscalização típico de sistemas em que o Governo é responsável perante o Parlamento, visa reprovar a execução do Programa do Governo ou a gestão de assunto de relevante interesse nacional. Pode ser apresentada por um quarto dos Deputados em efetividade de funções ou por qualquer grupo parlamentar. A sua aprovação requer a maioria absoluta dos Deputados em efetividade de funções (número de votos superior a metade dos Deputados em efetividade de funções) e provoca a demissão do Governo;

texto retirado de: https://www.parlamento.pt/Fiscalizacao/Paginas/Mocoes-sobre.aspx

Afinal está tudo bem!

Perante tamanha confusão no Mundo, na Europa e no nosso País, chega-se à conclusão de que André Ventura e o seu partido quiseram tirar proveito desta ferramenta ao alcance  dos partidos com assento na Assembleia da República para marcar posição à direita e destacar-se dos restantes partidos da oposição. 

Tive o privilégio de assistir ao debate desta Moção e pergunto a mim mesmo:

Disseram alguma coisa de errado?

Já estamos a entrar na fase de analisarmos a forma de como se dizem as coisas e não o seu conteúdo. Não apoio a demissão do governo PS, mas apoio, isso sim, mais e melhores soluções para o nosso País.

Estamos a viver uma fase caótica em termos de sociedade. São muitos os setores com desgaste e com muitos pontos fracos. Sabemos e temos a consciência de que a perfeição estará longe de ser alcançada, mas existirão certamente medidas que devem ser tomadas de forma rápida e eficaz para o bem de todos.

A política só será bem feita, seja pelo partido que for, se servir os interesses da população e não de organizações segmentadas. Neste momento o PS está a passar um momento mau, mas o mais importante é que esse momento se reflete na vida dos Portugueses.

Quando alguém te der um limão…

Faz uma limonada!

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