Filas em supermercado marcam a diferença!

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Chegar à velhice na nossa geração, torna-se a maior aventura de todos os tempos. As metas e objetivos que traçamos para a nossa vida, o desgaste da rotina do dia-a-dia, as preocupações em vivermos neste mundo onde tudo passa depressa e sem tempo para se olhar para trás, diria mesmo que estamos a atravessar uma das piores fases da nossa existência. Não descobrimos o fogo, nem o ferro, nem a luz, mas descobrimos milhões de coisas com uma dimensão tão grande que nos esquecemos do essencial da vida: Viver! Há duas semanas atrás recebi a notícia de um lar de

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Estamos numa fase em que as compras deixaram de ser no mercado local e em substituição ficaram a ser efetuadas em grandes áreas comerciais. Vieram para substituir as compras em diversos locais e num lugar concentrado poderemos encontrar todo o tipo de produto. Pode-se criticar a forma como estas grandes empresas conseguiram matar o comércio local, no entanto, para o lado do cliente, a oferta é melhor e mais interessante: encontrar todos os produtos num mesmo local.

Hoje venho falar-vos de um assunto que é inerente a todos os locais onde existam compras. No final tem mesmo que se pagar!

As filas são um incómodo para todos

Quando se chega a esta etapa muitos são os problemas que surgem:

  • Carros e cestos cheios de compras;
  • Todos com pressa para pagar e sair;
  • Filas mais curtas e mais compridas;
  • Prioridades mal definidas entre pessoas.

E qual a solução para o problema?

Bom, as soluções são sempre questionáveis, mas há quem tente procurar outros caminhos e daí conseguirem fazer a diferença.

Tempo já lá vai, em que no concelho de Mafra não havia qualquer tipo de supermercado. Hoje, num raio de 10 Km temos a oportunidade de escolha com a dimensão de oferta nesta área. Por vezes questiona-se mesmo se existem clientes para fazer face a tanta oferta! Se estão e continuam abertos, é natural que exista público-alvo para todos. O que é certo é que cada vez mais estes são os mercados da população em geral e através de campanhas, promoções, ofertas exclusivas, produtos exclusivos e de ambientes diferentes, chamam a atenção da população.

Mas vamos ao que interessa!

Quando se chega a hora de pagar, as confusões aparecem. Vivemos um período onde o tempo conta, onde tudo se põe em causa com a palavra justiça. Hoje mesmo, deparei-me com a situação, vivida em muitos supermercados, de criação de uma extensa fila de clientes á procura de um local para pagar. Eis que, minutos depois, uma voz se ouve a informar todos os cliente de que deveriam começar a fila por ordem de chegada. Instalou-se a confusão! Só faltou mesmo a senhora ter dito que quem chegasse primeiro ganhava um prémio!

De todos os supermercados na área de Mafra, apenas um, na minha opinião,  soube lidar com esta situação de forma moderna e justa: O Modelo de Mafra!

O que faz o Modelo de Mafra de diferente?

O Modelo de Mafra, assim como muitos e bons supermercados na área de Lisboa, resolveram criar a fila única, independentemente de existirem muitas ou poucas caixas abertas. Quem primeiro chega, primeiro é atendido, independentemente dos horários de fecho ou abertura das caixas. Parece-me ser esta a solução mais correta para a gestão de filas e cabe-me a mim dar os parabéns ao seu gestor por estar à frente de todos os seus concorrentes na resolução deste problema. Coisas simples fazem a diferença e o Modelo soube e sabe fazer a diferença neste capítulo. A minha questão é apenas uma: Porque será que os outros espaços comerciais não copiam a ideia?

É uma mera questão, mas importante de ser debatida e estudada.

Filas engraçadas

Há seis anos atrás, aquando da minha presença e Timor, fui incumbido de ir efetuar um levantamento em dinheiro num dos Bancos Locais. Tratou-se de um Banco Australiano e as condições da sala de espera era mais ao menos horrível. Não haviam senhas de chegada e cada pessoa tinha que saber o seu lugar de chegada. Imaginem entrar numa sala de espera, onde o calor abunda e as pessoas são mais do que os pais! Na minha ingenuidade, avancei para o segurança e perguntei-lhe como se processava a chamada ao balcão. Garanto-vos que a resposta foi de outro mundo!

Tem que seguir a linha

Respondeu-me de imediato como se fosse uma coisa óbvia e eu estivesse cego! Havia uma linha imaginária no chão, que passava por um banco, um sofá, umas cadeiras e umas caixas e só depois o balcão.

Parece estranho não parece?

Pois bem, a fila tinha que ser estabelecida por aquela linha imaginária e à medida que iam chamando as pessoas (muito lentamente) ia-mos avançando a posição. O mais bonito é que quando chegássemos ao banco, ao sofá, ás cadeiras e às caixas, ocuparíamos os locais que iam sendo vazios. Todos se levantavam e preenchiam o lugar vago deixado pelo !colega da frente. Caso caricato nos dias de hoje, mas simples de colocar em prática. Fez-me bastante confusão todo aquele processo e solicitei de imediato uma conversa com o gerente do Banco.

Ao final de uma hora de espera pelo digníssimo gerente Australiano, falei-lhe da situação caricata em que fui envolvido e cuja solução e método encontrado pela Instituição Bancária em nada abonava a seu favor. Sugeriu que lhe desse uma solução e que lhe provasse ter maior resultado do que a utilizada e posta em prática. Sugeri-lhe a colocação de uma ficha, ou um papel com um número e as pessoas seriam chamadas por esse mesmo número. mantendo-se imóveis até à hora de serem chamadas. Claro que esta ideia nada tem de originalidade, pois é aquilo que muito se vê em vários locais onde a fila tem que ser estabelecida para atendimento. O que é certo é que no dia seguinte, recebi um telefonema para ver a implementação da ideia sugerida e com bastante satisfação minha e do gerente, até parecia que tínhamos descoberto uma mina de ouro!

Fila única pede-se!

Senhores comerciantes e gestores dos espaços comerciais, pelo menos na zona de Mafra, solicito que ponderem uma solução de fila única nas vossas empresas. Acabariam assim com os pequenos problemas encontrados e surgidos todos os dias e lembrem-se de que quem é bem recebido volta sempre! Não chegam os sorrisos, as frases bonitas e os preços magníficos!

Tudo conta!

Quando alguém te der um limão…

Faz uma limonada!

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