Eleições por internet evitariam o gasto de 10 Milhões de Euros

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Chegar à velhice na nossa geração, torna-se a maior aventura de todos os tempos. As metas e objetivos que traçamos para a nossa vida, o desgaste da rotina do dia-a-dia, as preocupações em vivermos neste mundo onde tudo passa depressa e sem tempo para se olhar para trás, diria mesmo que estamos a atravessar uma das piores fases da nossa existência. Não descobrimos o fogo, nem o ferro, nem a luz, mas descobrimos milhões de coisas com uma dimensão tão grande que nos esquecemos do essencial da vida: Viver! Há duas semanas atrás recebi a notícia de um lar de

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Estamos em Estado de Calamidade desde o dia 01 de dezembro. O Governo, após ouvir os especialistas e os partidos, definiu um conjunto de medidas preventivas que visam conter o crescimento da pandemia nas próximas semanas.

Assim, a partir de 01 de dezembro serão adotadas as seguintes medidas:

  • Recomendações gerais:
    • Testagem regular;
    • Teletrabalho, sempre que as funções o permitam.
  • Uso obrigatório de máscara em todos os espaços fechados e em todos os recintos não excecionados pela DGS;
  • A apresentação do certificado digital será obrigatória no acesso a:
    • Restaurantes;
    • Estabelecimentos turísticos e alojamento local;
    • Eventos com lugares marcados;
    • Ginásios.
  • Exigência de teste negativo obrigatório (mesmo para as pessoas vacinadas) no acesso a:
    • Visitas a lares;
    • Visitas a pacientes internados em estabelecimentos de saúde;
    • Grandes eventos sem lugares marcados (ou em recintos improvisados) e recintos desportivos;
    • Discotecas e bares.
  • Nas fronteiras:
    • Teste negativo obrigatório para todos os voos que cheguem a Portugal;
    • Sanções fortemente agravadas para as companhias aéreas.
  • Para a semana de 2 a 9 de janeiro, que será de contenção dos contactos existentes na época festiva, serão adotadas regras específicas:
    • Teletrabalho obrigatório, sempre que as funções o permitam.
    • Recomeço das aulas a 10 de janeiro.
    • Encerramento de discotecas e bares.

 

(fonte: Covid19estamoson.gov )

 

São muitas as pessoas que se interrogam sobre estas medidas e até sobre a vacinação. Neste último caso até se questiona a toma de vacinação aos mais jovens. São muitas as informações contraditórias e por vezes não se chega a qualquer tipo de conclusão.

Não estou no ponto de incentivar a qualquer tipo de decisão, mas sou de acordo com a vacinação e ponto final. Se vier a fazer mal, suportarei as minhas responsabilidades. Respeito que não seja desta opinião, mas confrontando os casos atuais, poderemos concluir de que o número de pessoas infetadas e em estado grave, na sua maioria são pessoas não vacinadas.

Faço apenas um reparo para estes novos tempos que estamos a passar. Não sei se este vírus foi ou é um sinal do divino. Poderíamos isso sim, retirar algumas ilações e aprender, ou reaprender, a trabalhar em sociedade. Refiro-me mais concretamente ao teletrabalho. Se esta é uma possibilidade e testada no último ano com sucesso, porque razão será necessária a obrigatoriedade do Estado para uma evidência tão clara e compreensível? Afinal de contas, o que aprendemos com todo o tempo de confinamento?

Sei e tenho a noção de que para o setor da Educação estes anos não serão exemplares, mas também tenho a certeza que para muitos setores da nossa sociedade não serão. Porque carga de água não se investe nestes próximos anos num ensino à distância como deve ser? Os professores já provaram que conseguem adaptar-se às regras e os alunos também. Reconheço que o ensino presencial é muito melhor, mas também reconheço que neste momento as crianças são uns dos elementos mais transmissores do vírus na sociedade.

A vida não tem preço e a nossa sociedade terá que se adaptar às novas regras de convivência. Queremos e desejamos todos o regresso à nossa vida normal, mas será que isso vai ser possível? Quando iremos terminar na nossa rotina com a máscara? Antevejo que este acessório passará a fazer parte de nós por muitos e muitos anos. Preferiria estar enganado quanto a este meu pensamento.

Já no próximo dia 29 de Janeiro vamos todos a votos. Importante nas nossas vidas a que muitos mais uma vez abdicarão de o fazer. Seja qual for o partido ou partidos que elegermos para a governação do nosso País e atendendo ao período pandémico que vivemos, porque não a opção de voto por via eletrónica? Deixará rasto? Ficaremos a saber de futuro quem votou em quem? Acho que chegou a hora de exigirmos um pouco mais a quem nos governa de maneira a criarem soluções credíveis de votação, sem o recurso a urnas, folhas de papel e tantas outras coisas,  com custos elevadíssimos. Sabem quanto custa uma eleição no nosso País? Estima-se os 10,5 milhões .Haverá necessidade deste custo todo?

Parece que sim. Os tempo mudam mas a mudança em determinado número de coisas processam-se de forma muito lenta.

Para terminar, mais uma vez os bares e discotecas é que são os grandes culpados disto tudo. Nos jogos de futebol estão 50.000 pessoas aos gritos e aos saltos. Esses não fecham! Os bares e discotecas são mesmos considerados um antro de transmissão do vírus. Um peso…duas medidas!

Jorge Palma, tu é que tinhas razão: Portugal, Portugal… o que é que estás à espera!

Quando alguém te der um limão…

Faz uma limonada!

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